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	<title>Tii - A saga de uma alma imortal</title>
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	<description>No livro de estréia da historiadora Lili Machado, são contadas as vidas de Tii, nascida na Lemúria, há 35.000 anos atrás, perpassando os continentes e os séculos, até chegar ao Brasil de 1998.</description>
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		<title>ATLÂNTIDA &#8211; Os mestres de luz</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lili Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[3 - ATLÂNTIDA - Os mestres de luz]]></category>
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		<description><![CDATA[Chegaram, então os arianos, os povos da Raça Azul.  Mestres de Luz de corpos etéricos, fluídicos, não físicos, que já vinham estudando o nosso povo da Lemúria, com preceitos religiosos elevados.  Mentes não corpóreas que podiam se projetar no mundo material e que começaram a interagir com os corpos do nosso povo Lemuriano.  Comunicavam-se por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lilimachadotii.wordpress.com&amp;blog=4902993&amp;post=63&amp;subd=lilimachadotii&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Chegaram, então os arianos, os povos da Raça Azul.<span>  </span>Mestres de Luz de corpos etéricos, fluídicos, não físicos, que já vinham estudando o nosso povo da Lemúria, com preceitos religiosos elevados.<span>  </span>Mentes não corpóreas que podiam se projetar no mundo material e que começaram a interagir com os corpos do nosso povo Lemuriano.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Comunicavam-se por imagens, através das mentes. A linguagem escrita e falada só apareceu depois, quando necessária, por conta de suas experiências corpóreas.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Suas mentes andróginas se dividiram em duas consciências (feminina e masculina), de acordo com os antropóides em quem se projetavam, e que já possuíam essas distinções biológicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com o tempo eles se tornaram como que viciados nesse mundo material, nos prazeres da vida, principalmente do sexo, movendo-se de um corpo orgânico para outro.<span>  </span>Quando isso acontecia, havia um afastamento da consciência de sua existência anterior.<span>  </span>Eles progrediram nessa simbiose e procriaram.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">À medida que isso acontecia, suas habilidades telepáticas foram diminuindo e sua memória natal se desvanecendo. Para isso, passaram-se milhares de anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Eles gostaram da forma daquela criatura que consideraram “superior” e foram se esquecendo de suas origens, mergulhados na sensualidade que os corpos físicos podiam lhes proporcionar. </span></p>
<p class="PlainText1" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"><span>            </span>Os primeiros Atlantes eram fisicamente muito grandes, daí o mito dos Titãs, gigantes mitológicos.<span>  </span>Enormes olhos cinzentos, quase prateados, pele clara e feições delicadas, dedos compridos e esguios, cabelos quase incolores, flutuando como seda leve, pelos ombros, estranhos e bizarros, mas impressionantemente belos.<span>  </span>Alguns viviam centenas de anos no mesmo corpo, mas acabaram descobrindo a fragilidade dos mesmos, e com ela, a morte. </span></p>
<p class="PlainText1" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">             Sem os poderes não-corpóreos, essas formas de vida, não conseguiam sobreviver na biosfera natural.<span>   </span>Por essa razão, um ambiente especial foi criado por eles, uma grande massa continental formada por suas mentes, com as substâncias da Terra, que foi chamada de Atlântida.<span>  </span>Também surgiu a necessidade de se construírem casas e formarem cidades, já que suas consciências estavam projetadas, cada vez mais no mundo material.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>Esse meio ambiente possuía imponentes cadeias de montanhas, florestas luxuriantes, onde proliferavam todas as espécies de animais, e jardins exuberantes, com frutos belos e prodigiosos.<span>  </span>Abundavam os metais preciosos, especialmente o oricalco, uma espécie de liga de cobre.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><span>          </span><span lang="PT">Eu, Tii, fui invadida por uma Atlante de nome </span></span><strong><span style="font-size:14pt;" lang="PT">Meríades</span></strong><span lang="PT"><span style="font-size:small;">.<span>  </span>Mantive minhas características femininas, mas a mente já não era mais a mesma.<span>  </span>Eu estava dividindo meu corpo físico que já havia sofrido modificações evolutivas, com </span></span><strong><span style="font-size:14pt;" lang="PT">Meríades</span></strong><span lang="PT"><span style="font-size:small;">.<span>  </span>Com ela eu aprendi a me projetar em outros corpos, com o passar dos anos.<span>  </span></span></span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Ela era regida por <strong><span style="text-decoration:underline;">Peixes</span></strong>, o que me concedeu intensa sensibilidade mediúnica e um aumento na minha capacidade psíquica.<span>    </span>De temperamento emotivo e sensível, lúcida e desenvolvida inteligência, excepcionais inclinações artísticas e irresistível atração pelos mistérios ocultos, </span><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Meríades</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"> desenvolveu meus dons de clarividência, clariaudiência e intuição.<span>  </span>Foi assim que iniciei a jornada pela Mandala Zodiacal, girando a Roda do Carma, pelas várias vidas que compartilhei.<span>  </span>Sempre contando com a ajuda de minha ametista, amiga inseparável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">Eu, como </span><strong><span style="font-size:14pt;">Meríades</span></strong><span style="font-size:small;"> era escriba do templo de Isarma (Uma porta para a Luz), dedicada à vida espiritual e sacerdotal.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">Vivia estudando e pesquisando.<span>  </span>Meu único interesse era científico e cultural.<span>   </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">Com minha paciência infinita, escrevia em papiros, todas as mensagens do Templo.<span>  </span>Falava vários dialetos e conhecia as profecias.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">Os escribas eram os filhos da casta dos Sacerdotes, que mostravam, aos 12 anos, algum talento para escrever.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O Templo de Isarma, perto do lago sagrado, era um dos mais lindos de toda a região.<span>  </span>Era feito de pedra leitosa, com jardins compridos, onde uma profusão de flores desabrochava durante o ano inteiro.<span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Era no interior daquelas paredes brancas que nasciam todas as crianças, quer fossem filhos de escravos ou de Altas Sacerdotisas.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Era ali, também, que todas as moças de Antarrah prestavam um tempo de serviço, ajudando as sacerdotisas, cuidando das mães e dos recém-nascidos,<span>  </span>Esse tempo variava de um único dia para as escravas e plebéias, a um mês inteiro para as acólitas e sacerdotisas, e desse serviço anual não estava isenta nenhuma das mulheres jovens. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Com o passar dos tempos fui alçada à posição de Sacerdotisa-Mor do templo.<span>  </span>Minha função era a de ensinar às noviças, o amor pelos Deuses.<span>  </span>Difícil esquecer as palavras ouvidas durante a cerimônia de minha iniciação.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">– </span><strong><em><span style="font-size:14pt;">Meríades</span></em></strong><span style="font-size:small;"><em>, filha de Riveda, receba estes ornamentos, que agora tem o direito de usar.<span>  </span>Use-os sabiamente e nunca os profane pelo resto de sua vida!</em> – anunciou a Sacerdotisa-Mor anterior.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Lá conheci Deoris, jovem sacerdotisa consagrada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Deoris era uma das acólitas, jovens escolhidas a cada três anos, entre as crianças da casta dos Sacerdotes.<span>  </span>Estas jovens eram selecionadas pela perfeição física, beleza e talentos especiais.<span>  </span>Estudavam toda a sabedoria antiga, preparando-se para que, se alguma calamidade destruísse o templo, tudo poderia ser reconstruído através deles. Como tal, não poderia ter contato com os homens ou a simples vida comum.<span>  </span>Uma de minhas funções era a de evitar que essas noviças tivessem contatos físicos com homens fora do templo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Uma vez por ano, eu concedia, em respeito às outras castas, que minhas noviças ajudassem na decoração das ruas e preparativos gerais para o desfile em homenagem a Possêidon.<span>  </span>Nesta data, toda gente saía de suas casas e templos e, em conjunto, enfeitavam a cidade de Antarrah, para festejar em honra ao Deus dos mares.<span>   </span>Até mesmo o grande Rajasta, Sacerdote-Mor do templo de Possêidon, saía de sua reclusão, para o desfile.<span>  </span>Eu deixei que minhas noviças preparassem tudo, sem imaginar o que poderia acontecer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Deoris me pediu para dançar em homenagem ao grande Rajasta, mas eu não queria.<span>  </span>A dança era só para a deusa Isarma.<span>  </span>Mas Rajasta interferiu e acabou por me convencer que não haveria mal algum.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Que ingenuidade a minha!<span>  </span>Cheguei até a emprestar um dos meus ornamentos sagrados, e que não poderiam ser nunca profanados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">No dia do desfile, Deoris dançou para Rajasta e ele se apaixonou por ela.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Depois do desfile, muitas vezes, às escondidas, ele a encontrava através de passagens secretas que uniam os dois templos.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Eu desconfiei das saídas fortuitas de Deoris e descobri tudo, vendo na minha ametista sagrada.<span>  </span>Tive que castigá-la, colocando-a sob clausura total.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Febril de amor, Deoris definhava na clausura. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">– <em>O que está acontecendo comigo?</em> – perguntava-se Deoris, apreensiva. –<span>  </span><em>Por que não posso ser como todas as outras mulheres? </em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Revoltada, com seu estado, eu pedi uma audiência ao todo poderoso Rajasta, mas seus sacerdotes me negaram a visita.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Então, resolvi usar a mesma passagem secreta, para me ver frente a frente com ele.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Quando entrei em seus aposentos, o encontrei em pleno transporte mental.<span>  </span>Ele usava de seus grandes poderes para estar com Deoris que, enfraquecida, não suportaria esse contato por muito tempo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Saí correndo dalí e perguntei à Deusa o que deveria fazer.<span>  </span>Mas a resposta que obtive foi que os sacerdotes e sacerdotisas conheciam as leis e que eu nada poderia fazer para ajudá-los.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">– <em>Não se pode trair os Deuses!</em><span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Roguei, então pela alma de Deoris, pedindo clemência.<span>  </span>E assim o foi.<span>  </span>Deoris e Rajasta morreram, de forma inexplicável, após 5 dias de grande febre.<span>  </span>A cidade de Antarrah estava de luto e eu, em total desalento, me retirei, passando a viver em reclusão total, até o dia do grande cataclisma.<span>  </span></span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"><span>            </span></span><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Com a miscigenação das raças, surgiu em Atlântida, a corrupção e a ruptura de valores.<span>  </span>Os vícios e o materialismo se desenvolveram a níveis sem precedentes, degenerando a evolução e renegando as forças da natureza.<span>  </span></span><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">O materialismo cada vez maior dos Atlantes, ofendeu os Deuses, e toda a sua civilização viu-se condenada a um fim rápido e espetacular.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"><span>            </span>Apesar disso tudo, segundo Platão, “<em>seus corações foram verdadeiros e nobres, e eles eram a própria expressão da gentileza, associada à sabedoria.</em>”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>À medida que se reproduziam biologicamente, seu tamanho físico começou a diminuir, já que a base antropóide havia, há muito, escapado ao controle consciente.<span>  </span>Tiveram que usar uma grande quantidade de energia para manter a integridade física.<span>  </span>Isso formou uma espécie de vácuo magnético, abaixo do continente insular.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>           </span>A poluição da biosfera se tornou imensa e esse vácuo fraturou a crosta terrestre, e alterou o eixo de todo o planeta, causando os terremotos e maremotos que fizeram com que a Atlântida física sumisse da face da Terra.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Atlântida passou, então, por 4 fases de purificação, a partir dos 4 elementos: incêndios (fogo), terremotos (terra), furacões (ar) e o dilúvio (água).<span>  </span>Com isto, a sua destruição total veio a ocorrer, arrastando consigo seus milhões de habitantes.</span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Há 35.000 anos antes da vinda de Cristo, num fim de tarde, terminando o dia de trabalho, o homens deixavam os pomares e as vinhas e dirigiam-se para suas casas.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Então, um calor sufocante e estranho, envolveu a cidade.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">O mar tornou-se cor-de-chumbo.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Das entranhas da Terra veio um ruído surdo e abafado, contínuo.<span>  </span>O grande vulcão entrara em erupção, despejando uma nuvem de fumaça negra, uma chuva de pedras incandescentes, terminando por explodir e fragmentar a ilha em milhões de pedaços.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">O mar precipitou-se neste vazio, trazendo na sua esteira, gigantescas ondas que atingiram os litorais mais próximos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Entretanto, alguns mais sábios ou mais conscientes, perceberam a perda de seus poderes mentais e notaram que esse meio ambiente por eles criado, era uma violação da natureza divina e escolheram permanecer como criaturas de luz.<span>  </span>Eles eram os guardiões dos números sagrados, que nunca eram usados levianamente, ou para qualquer propósito frívolo.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por esses números, os sacerdotes interpretavam os movimentos das estrelas e calculavam os dias e anos, em seus enormes calendários de pedras; manipulavam as forças naturais, que eram a fonte de seu poder.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Foram esses os que conseguiram escapar, levando todas as tradições e ensinamentos sagrados, dos grandes Mestres de Luz.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Esse grupo se dividiu pelos outros blocos continentais da Terra, onde passaram a transmitir sua sabedoria.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para preservar a semente humana da destruição, e assim permitir o prosseguimento da evolução do Ser, esses 7 grupos de criaturas, criaram as futuras civilizações.<span>  </span>As regiões dos atuais México (com Quetzal-Coatl), Peru (com Manco-Capac), Índia (com Vaisvávata), Egito (com Osíris), China, Escandinávia e Cáucaso, foram as escolhidas pelos iniciados, para receber os enviados Atlantes e ali construírem os núcleos das futuras comunidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Esses ensinamentos dos Mestres de Luz que saíram da Atlântida, foram inseridos em cristais de quartzo, durante vários anos antes do grande cataclisma, por estes iluminados, sabedores do futuro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Estes cristais, posto que matéria viva, foram cultivados e canalizados, pelos meios eletromagnéticos da Terra, com conhecimentos, história, sabedoria e as próprias mentes dos Mestres, formando grandes reservatórios e arquivos, para serem espalhados pelos 7 lugares escolhidos na Terra.<span>  </span>Foram polidos e lapidados até receberem a forma de crânios humanos, de límpido cristal transparente.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">De fato, várias vidas, várias memórias puderam ser depositadas nesses cristais.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Esses locais escolhidos são, atualmente, chamados de Centros de Luz, os chakras do planeta, pontos físicos energéticos de grande poder psíquico.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em cada um deles, há parte do conhecimento total.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Quando todos os crânios forem descobertos e reunidos, seremos guardiões da Sabedoria Divina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- <em>Mas essa hora ainda não chegou</em>.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Atualmente já foram descobertos cristais no Peru (em 1924) e na Grande Pirâmide do Egito.</span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Quanto a mim, Tii ou melhor dizendo, quanto a </span><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Meríades</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">, depois que meu corpo físico morreu na clausura durante o cataclisma, meu espírito ficou vagando sem rumo, até se decidir a me projetar num outro tipo de corpo, um dos novos que vieram de Capela.<span>  </span></span></p>
<p class="PlainText1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Mas, essa já é outra estória&#8230;</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lilimachadotii.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lilimachadotii.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lilimachadotii.wordpress.com&amp;blog=4902993&amp;post=63&amp;subd=lilimachadotii&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>LEMÚRIA &#8211; A Terra de Mú</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 15:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lili Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Surgiu nas terras lemurianas, o Homem, sendo, portanto, Mú, o verdadeiro ventre cósmico onde se realizou a gestação desse pequeno deus, que é o ser humano. Hoje, não mais se ignora que os seres humanos, com sua forma crucífera que reflete a evolução através do sofrimento, resultam de estudos, observações e experimentos de longa duração, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lilimachadotii.wordpress.com&amp;blog=4902993&amp;post=23&amp;subd=lilimachadotii&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/lemuria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-57" title="lemuria" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/lemuria.jpg?w=470" alt=""   /></a>Surgiu nas terras lemurianas, o Homem, sendo, portanto, Mú, o verdadeiro ventre cósmico onde se realizou a gestação desse pequeno deus, que é o ser humano.</p>
<p>Hoje, não mais se ignora que os seres humanos, com sua forma crucífera que reflete a evolução através do sofrimento, resultam de estudos, observações e experimentos de longa duração, realizados por entidades espirituais, colaboradoras diretas na formação e no funcionamento regular e metódico da criação Divina.<a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/tii.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-38" title="tii" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/tii.jpg?w=75&#038;h=96" alt="" width="75" height="96" /></a></p>
<p>Foi, então, que eu nasci. Eu sabia que meu nome era <strong><span style="color:#800000;">Tii</span></strong>, pois esse era o som com o qual meus companheiros me chamavam. <strong><span style="color:#800000;">Tii, Tii, Tii!<a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/tii.jpg"></a></span></strong></p>
<p><a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/figura1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-58" title="figura1" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/figura1.jpg?w=470" alt=""   /></a>Mú tornou-se um paraíso tropical e nós acreditávamos que o sol era a nossa energia suprema. Acreditávamos, também, que o sol de cada um de nós era localizado no nosso &#8220;terceiro olho&#8221;, o olho invisível que vivia sintonizado em nossas visões interiores. As mulheres do nosso povo usavam nessa parte do corpo, uma ametista incrustada, quando faziam 15 anos e desenvolviam completamente suas habilidades extra-sensoriais.</p>
<p>Livres de doenças, vivíamos mais de cem anos, e por causa de mais de 40.000 anos de prática e experimentação, nós éramos mestres em telepatia, viagem extra-corpórea, telecinesia e teletransporte, e sabíamos conversar com os animais.</p>
<p>Nossos olhos eram enormes, o que favorecia a visão periférica, e podíamos caminhar facilmente para trás, sobre nossos calcanhares pontudos, desenvolvidos especialmente para este fim.<a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/figura2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-59" title="figura2" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/figura2.jpg?w=470" alt=""   /></a></p>
<p>Éramos uma sociedade matriarcal, vegetariana, voltada para a agricultura, vida ao ar livre, que trabalhava em harmonia com a natureza, usando pouca ou nenhuma tecnologia. Usávamos as ondas de alta-freqüencia, energia solar e a energia dos cristais de quartzo em nosso dia-a-dia e em nossos rituais.</p>
<p><em>Por falar em ritual, me lembro do dia de meu acasalamento com um macho de nossa tribo. Os sábios, mais velhos, nos tiraram tudo o que possuíamos: nossas roupas, comida, casas e ferramentas. Fomos mandados para as florestas por um ciclo completo da Lua (28 dias). Durante esse tempo, tivemos que construir nosso abrigo, fazer nossas próprias roupas, cultivar e cozinhar nossa comida, com instrumentos por nós fabricados, e tudo isso sem queixas ou brigas entre nós. Somente quando o prazo terminou e passamos no teste, é que pudemos nos casar e nos foram devolvidas todas as nossas coisas.</em></p>
<p>Durante milhares de anos, esse continente cumpriu sua nobre tarefa, completando o ciclo evolutivo do corpo etérico do homem, sede de sua emoção e sensibilidade, tornando-se necessário promover o desenvolvimento da nossa mente e intelecto, já potencial e embrionariamente existentes.</p>
<p>Nós possuíamos corpos físicos, entretanto, com o desenvolvimento das percepções extra-sensoriais, preferimos permanecer quase que o tempo todo em estado latente, meditativo, fora do corpo, sem nunca termos, com isso, completado nossa tarefa primordial que era a de desenvolver totalmente o corpo orgânico. Nós falhamos na tarefa de nos tornarmos humanos, aprendendo com nossos erros e vivendo no mundo físico.</p>
<p>A clarividência era um dos nossos dons mais ativos. Nós podíamos ver o que estava oculto à nossa visão normal. É claro que a ametista nos facilitava tudo. Podíamos ver através de muros de pedras e ver as várias espécies de criaturas, elementais, espíritos da natureza, que viviam ao nosso redor.</p>
<p>Nosso poder de ver no tempo futuro, nos ajudou muito em nosso mais importante confronto. Sabedores de nosso destino, tentamos modificar a linha dos acontecimentos, mas isso só fez adiar o problema. O fato em si não se alterou.</p>
<p>Os sábios e profetas de Mú, com a ajuda de nós, mulheres clarividentes, começaram a se conscientizar de que alguma coisa tinha que ser feita. A Terra ia passar por um momento dramático, um cataclisma, uma inundação. Era muito importante que todo o nosso conhecimento fosse preservado. Então, por 2.000 anos, nós nos preparamos para o tal acontecimento.</p>
<p>Passamos nossos conhecimentos para todos os que podiam recebê-los, de forma que dificilmente fossem esquecidos. Os sábios também começaram a desenhar mapas detalhados de todos os túneis subterrâneos que existiam no planeta, e planejaram fazer nosso povo descer a esses túneis quando fosse a hora certa, o que aconteceu aproximadamente um ano antes da Grande Inundação.</p>
<p>Estima-se que 64 milhões de almas tenham perecido quanto o continente afundou. As ilhas do Pacífico são os vestígios dessa terra perdida. Os sobreviventes, e entre eles, eu, <strong><span style="color:#800000;">Tii</span></strong>, quando as águas baixaram, voltaram à superfície e encontraram nossas terras divididas em várias partes.</p>
<p>Voltamos a nos organizar e a colonizar os novos continentes, formando a única raça realmente terrestre, a Raça Vermelha, que atualmente são os índios norte-americanos. Éramos seres fortes, de estatura elevada, testa recuada e imberbes. E passávamos nossos registros sagrados por tradição oral, como os índios fazem até os dias de hoje.</p>
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		<title>ANTROPOGÊNESE &#8211; A origem do homem na Terra</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lili Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante bilhões de anos, o complexo pastoso e efervescente que formou a capa externa da Terra, começou a solidificar-se. O primeiro elemento sólido e rochoso emergiu da periferia terrestre, até então formada de lavas quentíssimas e gelatinosas, vindo a constituir o continente primordial do nosso planeta, a Lemúria, a Terra de Mú. Até essa época [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lilimachadotii.wordpress.com&amp;blog=4902993&amp;post=20&amp;subd=lilimachadotii&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/erebus.jpg"></a></p>
<p><a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/erebus.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-48" title="erebus" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/erebus.jpg?w=300&#038;h=202" alt="" width="300" height="202" /></a>Durante bilhões de anos, o complexo pastoso e efervescente que formou a capa externa da Terra, começou a solidificar-se.</p>
<p>O primeiro elemento sólido e rochoso emergiu da periferia terrestre, até então formada de lavas quentíssimas e gelatinosas, vindo a constituir o continente primordial do nosso planeta, a Lemúria, a Terra de Mú.</p>
<p>Até essa época cósmica, só havia na Terra, a vida mineral, a única capaz de resistir às duras condições climáticas de nosso globo, ainda em formação geológica.</p>
<p>Laboratório de matéria ignescentes, as descargas elétricas, em proporções jamais vistas da Humanidade, despertam estranhas comoções no grande organismo planetário, cuja formação se processa nas oficinas do Infinito.</p>
<p>Ao passar do tempo, há condensação dos vapores, a formação da crosta, oceanos e cortina de ozônio. A água tépida com a luz solar filtrada foi o berço da primeira vida organizada, o protoplasma e, com ele, o germe dos primeiros homens.</p>
<p>Após as últimas convulsões interiores, estabelecem os contornos geográficos do globo, surgindo, desse modo, as grandes extensões de terra firme, aptas a receber as sementes da vida.</p>
<p>A Lemúria foi palco de profundas transformações dessa vida mineral, presenciando ainda as mutações geológicas da crosta terrestre.</p>
<p>Aos poucos, o magma foi se diferenciando em águas e rochas, enquanto a vida mineral evoluía para a vida vegetal, incubada nas quentes areias e rochas.</p>
<p>Quando a separação definitiva das águas e terras se completou, a vida vegetal iniciou sua transformação em vida animal, nos mornos oceanos então surgidos.</p>
<p>Os primeiros crustáceos são seguidos pelos batráquios.</p>
<p>Nessa fase evolutiva do planeta, todo o globo se veste de vegetação luxuriante e prodigiosa, dando condições favoráveis aos animais de porte grande das eras primitivas.</p>
<p>O reino animal experimenta as mais estranhas transições no período terciário, sob as influências do meio, em face dos imperativos da lei de seleção natural.<a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/ter.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-61" title="ter" src="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/ter.jpg?w=269&#038;h=180" alt="" width="269" height="180" /></a></p>
<p><a href="http://lilimachadotii.files.wordpress.com/2008/09/ter.jpg"></a></p>
<p>Os primeiros antepassados do homem são algumas raças de antropóides. Estas e os ascendentes dos símios que ainda existem no mundo, tiveram a sua evolução em pontos convergentes, e daí os parentescos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé da atualidade.</p>
<p>Os antropóides das cavernas espalharam-se, então, aos grupos, pela superfície do globo, no curso vagaroso dos séculos, sofrendo as influências do meio e formando as raças futuras em seus tipos diversificados.</p>
<p>O homem primitivo assemelhava-se a um animal, porém já demonstrava uma certa aptidão para colocar-se de pé, na postura vertical. Essa atitude capacitou-o a absorver pelo chakra da coroa (alto da cabeça), determinadas vibrações siderais, que terminaram por transformá-lo, após períodos cósmicos sem conta, no &#8220;homo sapiens sapiens&#8221; dos nossos dias.</p>
<p>Os séculos correram e até que um dia as hostes do invisível operaram uma definitiva transição no corpo perispiritual pré-existente, dos homens primitivos. Surgem os primeiros selvagens de compleição melhorada, tendendo à elegância dos tempos do porvir, mas neles ainda não se haviam manifestado a emoção, nem a inteligência.</p>
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