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BRASIL – A nova era – 1998 d.C.

Meu nome agora é Iara.

Me projetei nessa mulher brasileira, em 1987, quando ela já estava com 30 anos, bem ou mal vividos.

Depende do ponto de vista de cada um…

Meu signo atual é Aquário, mas sobre isso falarei mais adiante.

Cheguei ao fim da Roda do Carma.  Mas o que significa isso?

– Acho que uma última chance.  É agora ou nunca! 

Ou eu aprendo tudo que me falta aprender, ou volto na Roda, novamente, desde o começo, desde o signo de Peixes, que foi como tudo começou, como Tii.

O novo milênio está chegando e eu não quero ficar para trás.

Agora sei a verdadeira missão de Tii, em todas as minhas vidas: aprender, só aprender, cada vez mais, para nunca mais voltar, e poder aproveitar as delícias das esferas superiores…

Quando vivi como Brigid, em Avalon, tive a oportunidade de reaprender alguns de meus dons extra-sensoriais, mas esqueci tudo de novo.

Quando me lembrava que era, na verdade Tii, continuava a anotar sobre minhas vidas, no meu chamado Livro das Sombras.

O resto que faltava, consegui completar nos dias atuais.

A minha ametista, amiga inseparável desde meus anos na Lemúria, no início dos tempos, foi aos poucos perdendo sua importância, até que a usei pela última vez, na Grécia, como a cigana Yasmin.

Depois disso, me lembro que ela foi usada como presente da mãe de Emaleth, para a minha Senhora, na Hungria e nunca mais a vi, até o ano de 1992, aqui no Brasil, quando me lembrei de sua importância.

Dela não me separarei jamais.

Mas antes disso, tenho que lhes dar uma retrospectiva de fatos muitos importantes na vida de Iara, antes que eu me apossasse de sua alma.

Ela nasceu em 1957, filha única de um casal que muito se amava.  Tinha na figura do pai seu esteio maior, sua luz guia, até o dia de sua morte, quando Iara tinha 15 anos, e mesmo depois dela.

Hoje, dia 19 de setembro de 1998, véspera da data de renovação do casamento de Iara com Luiz, só tenho a dizer, a ele, algumas palavras emprestadas do poeta:

“Se eu tivesse toalhas bordadas pelos céus, adornadas com luzes douradas e prateadas, o azul e o pálido nos panos escuros da noite, e todas as luzes do dia, eu estenderia as toalhas a seus pés.  Mas eu, sendo pobre, só tenho meus sonhos.  Estendi meus sonhos sob seus pés.  Pise suavemente, porque está andando sobre meus sonhos…”   W. B. Yeats

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INGLATERRA – Avalon – A Ilha de Vidro – 452 d.C.

“O homem, de origem e destino divinos, tem Deus dentro de si, sendo inútil estar a  procurá-Lo fora, sem que o tenha, antes, encontrado nas profundezas do seu próprio Ser”.

Caio Miranda

Os Atlantes que seguiram para a atual Escandinávia, após o grande cataclisma, já encontraram colônias de sua raça, para lá emigradas anteriormente, e fizeram com que esse povo hiperbóreo, ganhasse forte impulso civilizador.

Após várias transformações operadas no tipo biológico, por efeito do clima, dos costumes e dos cruzamentos, os hiperbóreos conseguiram estabelecer os elementos etnográficos essenciais e definitivos do homem branco, de estatura alta, cabelos ruivos, olhos azuis, feições delicadas.

Nessa época, o continente começou a sofrer um processo de intenso resfriamento, que tornou toda a região, inóspita, hostil à vida humana.  Por essa razão, os hiperbóreos foram obrigados a emigrar em massa para o sul, invadindo o centro do planalto europeu, através de florestas iluminadas por auroras boreais, acompanhados de cães e impulsionados por mulheres videntes.

Essa raça inventou o culto ao Sol e à Lua, tornou o fogo sagrado e trouxe para o mundo, a nostalgia do céu, prostrando-se ante seus esplendores, em uma adoração absoluta, início da Velha Tradição.

Por possuírem uma cultura eminentemente oral, pouca coisa chegou até nós, sobre seus usos e costumes.  O que foi preservado deveu-se ao relato de viajantes e historiadores.

No início dos tempos, religião e vida se confundiam.  A lei era, simplesmente, a vontade dos Deuses e os princípios morais eram determinados por tabus religiosos.

Nos festivais e rituais religiosos, o homem primitivo se expressava por invocações melodiosas e meneios de corpo, que as acompanhavam.  Daí surgiram a música, a dança e o teatro.  A Religião, portanto, foi a mãe de todas as Ciências e Artes.

As origens da Velha Religião, se perdem na história dos hiperbóreos, quando a mulher tinha uma posição proeminente, como conselheira e sacerdotisa, além de realizar os serviços domésticos.  Ela podia satisfazer os Deuses para que os homens conseguissem boa caça e pesca, e curava doenças com seus conhecimentos das ervas.

A mulher comandava, portanto, pelo medo aos Deuses, por ela nomeados e responsabilizados, em razão de seus atributos específicos.

Acima de tudo, estava a Grande Mãe, a Deusa da Fertilidade, regida pela Lua e suas fases, que simbolizavam os períodos de semeadura e de colheita, além dos ritos sexuais, que asseguravam sobrevivência e continuidade à tribo.

O Druidismo Matriarcal Tradicional, a Tradição Lunar e Solar, tem sua origem na Era Paleolítica (500.000 a.C.), tendo segmento com as culturas Celtas, na Bretanha, Irlanda, Escócia e França.

É Matriarcado pela ênfase na mulher.

É hereditário porque o fator de substituição é o consangüíneo.

É é tradicional porque segue a Tradição da Lua (mulheres) e a do Sol (homens).

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