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Brasil, Rio de janeiro – 2/1/2000

“A Terra está sofrendo as dores de um cataclisma.  Gelam os lugares quentes, esquentam os lugares frios.

Estão nascendo crianças dotadas de grande sabedoria.  Homens estão sendo resgatados em grupos.

Estão sendo banidos do plano físico, aqueles que não quiserem evoluir, para repousarem nos braços do Criador.

Voltando ao seio do Pai, retornarão mais calmos, mais benevolentes, mais espiritualizados.

Poucos permanecerão.  Vai surgir uma Nova Era.

Abram os olhos senhores, pois o que está acontecendo é cármico, e o que cármico é real, não se pode mudar.

Abram os olhos, pois ainda há tempo…”

Asthar Sheram 1987

Volto a dormir…

Senti que meu corpo físico estava me puxando, o que indicava que a qualquer instante acordaria.

Suavemente, voltei para meu corpo físico.

Mas, ao acordar, descubro que tudo estava como antes.

Teria eu recebido um aviso, uma mensagem, já que havia sido levada para fora do meu corpo, para ver o futuro da Terra?

Quem poderia afirmar?

O mundo não acabou, ainda.

Eu acredito que o mundo termina para cada um de nós, sob a forma de pequenos apocalipses, seguidos de recomeços, individualmente, de forma particular, num momento de epifania pessoal, que é quando começamos realmente a acreditar em Deus.

Nada mais são do que fins de ciclos evolutivos.  Não muito diferentes dos ciclos de vida de Tii.

Ainda há tempo!

– Quero ir em frente, ampliando minhas capacidades e meus limites, até o possível, sem desrespeitar os limites dos outros.

– Somos responsáveis pelo mundo e por nós mesmos.

– Somos donos de nós mesmos e do nosso destino, e responsáveis por ambos!

 

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Terra – 2/1/2000 – Zero Hora

“Passa da hora de conscientizar a humanidade no sentido de esclarecer sobre a natureza dos Extraterrestres

que trabalham no Planeta Terra…”

“Nós somos Seres provenientes de outras estrelas,de outros sistemas, de outras galáxias.

Nossas mensagens são de Paz e Amor e revelam a necessidade de encontrardes o vosso Cristo interno.

A nossa missão é restabelecer o Plano Divino sobre a Terra e vos auxiliar a erguer-vos perante Àquele que vos criou.

Amai-vos sempre.”

Ashtar Sheran

Quando o planeta intruso se aproximasse da Terra e nele houvesse uma explosão magnética, isso afetaria de maneira instantânea a órbita da Terra, alterando fortemente seu campo magnético, o que acarretaria mudanças na rotação e translação, causando a verticalização de seu eixo magnético, sacudindo violentamente as placas tectônicas ou continentes, o que modificaria toda geografia da superfície terrestre.

Os técnicos extraterrestres calcularam o tempo de órbita do sistema solar da Terra e concluíram que, logo que houvesse a verticalização do eixo, a Terra entraria em uma região do espaço sideral que é um portal natural de aceleração vibracional, o que a transportaria para uma dimensão da densidade atômica mais sutil.

E foi isso que aconteceu …

De noite, um grande terremoto fez a terra estremecer.

A rua mostrava-se repleta de carros já que as pessoas que saíam de seus trabalhos estavam regressando para suas casas.

A movimentação das pessoas aparentava normalidade.

Lilia  já se encontrava no aconchego do seu quarto, quando tudo começou.

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Terra – 1/1/2000 – Nada aconteceu…

5!

Ouve-se choros e risos.

4!

Grassa a ansiedade, de braços dados com a perplexidade.

3!

Cânticos religiosos e profanos, iluminam o ar da noite.

2!

Faces expressando suas emoções, do medo ao puro êxtase.

1!

Feliz Ano Novo!  Feliz ano 2000!

Houve um grande rumor, que se seguiu a um silêncio ainda maior.

Todos os seres humanos do planeta, ouviram e esperaram que os céus desabassem sobre eles.

Mas, já estamos no primeiro dia do ano 2000.

Tudo está igual, nada de bom ou de mal aconteceu.

Nem trombetas, nem anjos, nem terremotos ou inundações.

Apenas um enorme e constrangedor silêncio.

De repente, ouve-se um único suspiro, como se o planeta voltasse a respirar, novamente.

E então, vivas e gritos de alegria, saídos de milhões de gargantas, em todas as partes do mundo.

E vieram os fogos e as luzes e a música, retomando seu show.

Em meio a sussurros, aflora a descrença das pessoas, os deboches, as pilhérias, as ironias, as piadas.

A vida volta ao normal.

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Terra – A virada do século – 31/12/1999

“Este epílogo é dedicado àqueles que me inspiraram. 

Sejam vocês quem forem…”

As festas estavam ocorrendo, nos mais diversos pontos do mundo.

Havia uma pressa geral no ar.

Todos queriam chegar a seus objetivos, antes da meia-noite.

Hoje era a noite da Festa do Século.

Eu, Tii, agora no corpo de Lilia, estava em casa, comemorando com minha família e alguns amigos mais chegados.

Todos os anos, desde que me casei, vinha passando a noite de Ano Novo na praia.

Mas essa noite seria especial.

Preferi ficar em casa, na tranquilidade e segurança de nossas sólidas paredes.

Fazia muito calor no Rio de Janeiro; durante o dia os termômetros haviam registrado 42o à sombra.

Há muito tempo que a temperatura no verão havia disparado, sem diminuir a cada ano que passava.

O medo, a incerteza, a esperança e o desespero, dividiam o espaço das emoções.

Alguns suspeitavam quanto ao fim do mundo ou o castigo final. Ou, talvez, Jesus estivesse voltando.

A “Febre do Milênio” havia tomado conta da maior parte das pessoas.

As manchetes nos jornais perguntavam: “O Mundo vai acabar hoje?”

A televisão mostrava que na Praça de São Pedro no Vaticano, estava ocorrendo uma vigília das horas, com todos os fiéis esperando a contagem regressiva.

Uma verdadeira multidão que considerava aquele local, como o mais seguro para se estar, caso houvesse um combate contra as hordas satânicas.

Todos, ou quase todos, contavam em passar por uma epifania religiosa pessoal e global, presenciando o Apocalipse.

Outras pessoas estavam se preparando para o Big One, o grande terremoto que assolaria Los Angeles, naquela noite, tornando a cidade uma vila de fantasmas.

Alguns haviam ouvido falar que a Torre de Pisa estava se aprumando, a cada badalada do relógio.

Outros, afiançavam que teriam visto o braço da Estátua da Liberdade abaixar com a tocha.

Muitos ouviam sinos cósmicos, vários viam línguas de fogo.

Nas igrejas e lugares santos, objetos se tornavam sagrados e milagrosos…

Começa a contagem regressiva.

São 23 horas e 50 minutos.

Com mais de 10 fusos horários no mundo todo, ficou estabelecida como base, a hora do Vaticano, para a mudança formal do milênio.

10!

Estamos começando a enterrar nossos amigos de infância.  Isso nos força a encarar a nossa própria mortalidade.

9!

A sincronicidade está aumentando.  A cada dia, mais e mais coincidências acontecem.

8!

As correntes energéticas do universo estão se unindo…

7!

As esferas invisíveis estão se tocando com mais frequência.

6!

Quase todo mundo leva na mão, uma luz de algum tipo: vela, lanterna, tocha.

5!

Ouve-se choros e risos.

4!

Grassa a ansiedade, de braços dados com a perplexidade.

3!

Cânticos religiosos e profanos, iluminam o ar da noite.

2!

Faces expressando suas emoções, do medo ao puro êxtase.

1!

Feliz Ano Novo!  Feliz ano 2000!

Nesse ponto, faço uma parada para pensar.

Afinal, vai ou não vai haver o 2o Resgate?

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BRASIL – A nova era – 1998 d.C.

Meu nome agora é Iara.

Me projetei nessa mulher brasileira, em 1987, quando ela já estava com 30 anos, bem ou mal vividos.

Depende do ponto de vista de cada um…

Meu signo atual é Aquário, mas sobre isso falarei mais adiante.

Cheguei ao fim da Roda do Carma.  Mas o que significa isso?

– Acho que uma última chance.  É agora ou nunca! 

Ou eu aprendo tudo que me falta aprender, ou volto na Roda, novamente, desde o começo, desde o signo de Peixes, que foi como tudo começou, como Tii.

O novo milênio está chegando e eu não quero ficar para trás.

Agora sei a verdadeira missão de Tii, em todas as minhas vidas: aprender, só aprender, cada vez mais, para nunca mais voltar, e poder aproveitar as delícias das esferas superiores…

Quando vivi como Brigid, em Avalon, tive a oportunidade de reaprender alguns de meus dons extra-sensoriais, mas esqueci tudo de novo.

Quando me lembrava que era, na verdade Tii, continuava a anotar sobre minhas vidas, no meu chamado Livro das Sombras.

O resto que faltava, consegui completar nos dias atuais.

A minha ametista, amiga inseparável desde meus anos na Lemúria, no início dos tempos, foi aos poucos perdendo sua importância, até que a usei pela última vez, na Grécia, como a cigana Yasmin.

Depois disso, me lembro que ela foi usada como presente da mãe de Emaleth, para a minha Senhora, na Hungria e nunca mais a vi, até o ano de 1992, aqui no Brasil, quando me lembrei de sua importância.

Dela não me separarei jamais.

Mas antes disso, tenho que lhes dar uma retrospectiva de fatos muitos importantes na vida de Iara, antes que eu me apossasse de sua alma.

Ela nasceu em 1957, filha única de um casal que muito se amava.  Tinha na figura do pai seu esteio maior, sua luz guia, até o dia de sua morte, quando Iara tinha 15 anos, e mesmo depois dela.

Hoje, dia 19 de setembro de 1998, véspera da data de renovação do casamento de Iara com Luiz, só tenho a dizer, a ele, algumas palavras emprestadas do poeta:

“Se eu tivesse toalhas bordadas pelos céus, adornadas com luzes douradas e prateadas, o azul e o pálido nos panos escuros da noite, e todas as luzes do dia, eu estenderia as toalhas a seus pés.  Mas eu, sendo pobre, só tenho meus sonhos.  Estendi meus sonhos sob seus pés.  Pise suavemente, porque está andando sobre meus sonhos…”   W. B. Yeats

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ESTADOS UNIDOS – A Conquista da Liberdade – 1900 d.C.

Meu nome agora é Dorothy.

Estamos em 1.900 d.C., nos Estados Unidos da América, início do século XX.

Meu signo agora é o de Capricórnio, que simboliza a realização, determina vontade férrea e persistência inquebrantável.  Além de trazer um extraordinário amor à liberdade, espírito indomável e independente.

Todas essas características que me descrevem tão claramente, quase foram ultrapassadas e banidas do meu ser, há alguns anos no passado.  Mas eu consegui sobreviver.

Agora sou uma mulher feliz e tranqüila, depois de tudo que passei.  Mas isso aconteceu tempos depois de viver durante muitos anos, alegres e despreocupados, junto de meus pais, meu irmão mais velho, Johnny e minha irmãzinha Liza, na casa de toras de madeira, numa campina perto da floresta.

– Eu nasci em 1870 d.C., era gordinha e bonita, de cabelos e olhos castanhos, como os de mamãe. Logo depois nasceu Liza, que era loura de brilhantes olhos azuis, como os de papai.  Eu tinha um irmão 3 anos mais velho, Johnny, que era alto, magro, louro e de olhos também azuis.

Não havia vizinhos morando por perto de nós.

Pela frente da casa passava uma estrada de carroças, cujo desvio levava até nossa porta.

Nas janelas havia vidros, e atrás da cozinha, fora construída uma despensa, onde mamãe guardava nossos mantimentos.  Também tinha uma lareira, cuja chaminé feita de pedras, ficava por fora da casa.

Papai havia construído a casa, de toras de madeira, todas iguaizinhas e firmemente encaixadas, umas nas outras.  Depois cobriu as paredes, o chão e o telhado, com tábuas presas com pregos. Encheu todas as frestas que porventura sobraram, com barro vermelho, que logo secou e nenhum ventinho entrou na casa.  No sótão havia outro assoalho, que servia de teto para o andar de baixo.   No térreo havia duas divisórias de madeira.

A casa tinha três peças, a sala de estar com a cozinha e dois quartos, um dos nossos pais, e outro para nós.  As duas portas de carvalho, sólidas e fortes, nos davam a sensação de segurança.  Nossas camas eram feitas de lisas tábuas de carvalho e macios colchões de palha.  Os travesseiros eram de penas de ganso nossos lençóis eram brancos, de percal brilhante, comprados em loja.

– Naquela casa nós fomos felizes, durante muito tempo.

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HAITI – As Marcas da Bruxa – 1750 d.C.

Eu agora sou Marie, vivendo uma vida muito interessante, para não dizer, cheia de aventuras e de suspense.

Fui criada na casa de Jane De Beltin.  Nasci no mesmo ano que ela, em 1750.

Tudo que soube sobre a família De Beltin, foi minha mãe quem me contou, quando eu era bem pequena.

Minha mãe tinha vindo foi trabalhar naquela casa, desde o tempo da avó de Jane, a senhora Fabienne De Beltin, cuja mãe, Margot, viera na barriga de sua avó, Béatrice De Beltin, para o Haiti, fugindo da França.

Ela dizia que era para que soubesse logo quem eram as minhas patroas e para que nunca, mas, nunca, mesmo, me metesse onde não fosse chamada.

Acompanhei, desse dia em diante, até minha morte, a estória dessa família tão estranha.  Uma família que só gerava mulheres.  Uma família onde os homens entravam somente para gerar as filhas e depois sumiam, misteriosamente.

Foram tantas as gerações de mulheres, que dá para perder a conta.  E olhem que eu vivi bastante, quase 80 anos.

Tudo começou na Escócia, quando Deirdre foi queimada na fogueira.

– Lembram-se de Deirdre? 

Pois é, era aquela outra vida de Tii, anterior a esta.

Quem poderia dizer que uma inocente, queimada como bruxa numa fogueira, formaria toda essa confusão que gerou uma família de bruxas de verdade…

Como vocês se recordam, Deirdre tinha uma filha, Gwen, que assistiu, como uma estátua, de mãos amarradas, a todo o sofrimento da mãe.

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